Ilha de Páscoa no Chile

Ilha de Páscoa no Chile

outubro 7, 2018 0 Por lugaresincriveisadmin

A Ilha de Páscoa é um dos pontos mais isolados do planeta terra e também um dos lugares mais misteriosos. Conhecida no mundo todo por suas enormes estátuas de pedra, chamados moais que chegam a pesar 50 toneladas e a 7 metros de altura, a Ilha de Páscoa já abrigou uma civilização muito próspera, mas que, porém sucumbiu ao isolamento e desgaste do solo.

Localizada no Oceano Pacífico a 3.600 km de distância da América do Sul, o continente mais próximo, a Ilha de Páscoa foi descoberta em 1722, pelo navegador holandês Jacob Roggeveen. Entretanto, quando Roggeveen chegou à ilha, no século XVIII, o declínio da civilização rapanui já se fazia evidente. Atualmente ela pertence ao Chile.

Rapa Nui é o nome polinésio que recebeu a Ilha de Páscoa que os cientistas acreditam ter sido colonizada por volta de 900 d.C. por polinésios vindos das ilhas Marquesas e Pitcairn. Na própria tradição dos rapanui remanescentes, a ilha teria sido colonizada por uma família e seu patriarca se tornado o primeiro rei rapanui.

Na ilha de formação vulcânica (a Ilha de Páscoa se formou a partir de três vulcões que surgiram em épocas diferentes dando a ilha seu aspecto triangular), os primeiros habitantes encontraram um terreno bastante fértil para cultivar e se desenvolveram rapidamente. Mas, embora o clima da ilha seja quente, ela é mais fria que as outras ilhas polinésias e as águas ao seu redor também, o que impede a formação de corais, fazendo com que a variedade de peixes ao redor da Ilha de Páscoa seja bem menor que nas outras ilhas polinésias (apenas 127 espécies) reduzindo as fontes de alimentação. Os ventos fortes também dificultam o cultivo de plantas comuns nas outras ilhas polinésias como a fruta pão ou o côco.